A APSL no contexto dos acontecimentos

Fórum da raça

Moderador: Filipe Graciosa

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CV
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A APSL no contexto dos acontecimentos

#1 Mensagem por CV » quarta mar 26, 2008 2:10 am

Assumindo uma postura moralista podemos afirmar que a APSL pecou. O seu pecado foi o tempo que demorou para assumir a postura reformista que lhe estava a ser exigida pela maioria dos associados.

No momento em que estavam para ser implementadas as desejadas reformas, eis que surgem as acusações de corrupção dirigidas aos juizes da Raça. Claro está que é um ataque implícito e cirúrgico à credibilidade da própria instituição.

Como consequência de todo o emaranhado (corrupção dos juizes; caso Jupiter) arrisca-se a que lhe seja retirada a tutela do Livro Genealógico. Grande vitória para os agentes destas movimentações, grande perda para a Raça. Tudo o que estamos a assistir contribui para a divisão (“dividir para reinar”).

Existem dois grupos com contribuição evidente neste emaranhado de acontecimentos, que são:
1. Os que sempre ambicionaram protagonismo e que nunca o tiveram, por falta de objectividade e pragmatismo;
2. Os oportunistas, bem mais perigosos uma vez que são eficazes (lamentavelmente) em proveito próprio.

A credibilidade de uma empresa ou instituição passa obrigatoriamente pela imagem do seu líder e neste caso ninguém pode questionar a seriedade do actual Presidente.

Neste momento a atitude mais sensata será ouvir o que esta Direcção tem para nos dizer.

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Os objectivos primários da APSL

#2 Mensagem por CV » quarta mar 26, 2008 7:21 pm

Os objectivos primários da APSL devem ser:

1. Promover a transparência (permite o auto-controlo e fomenta a credibilidade);

2. Alterar o sistema de avaliação de reprodutores (aumentar a objectividade e consequentemente a credibilidade);

3. No novo sistema promover a componente didáctica dos julgamentos (transmissão de conhecimento aos criadores e interessados pela Raça);

4. Actualizar o padrão da Raça;

5. Fomentar um diálogo construtivo e esclarecedor com todos os associados e interessados pelo cavalo Lusitano.

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Padrão da raça

#3 Mensagem por CV » quarta mar 26, 2008 7:29 pm

Padrão da Raça

Nos dias que correm a sociedade do conhecimento, como hoje é apelidada, muda a uma velocidade estonteante, obrigando-nos a “upgrades” sucessivos como forma de evolução profissional e pessoal.

No meio de toda esta agitação, algo permanece imutável no tempo – o padrão da Raça Lusitana. Será possível?? Infelizmente é uma realidade que sobrevive com a conivência de todos – somos tradicionais – e com uma boa dose de hipocrisia da parte de quem julga.

Nas pontuações verifica-se que os juízes iniciam o seu julgamento pelos andamentos e seguidamente analisam o modelo. Daqui surgem algumas das dúvidas da parte de quem assiste aos julgamentos, algumas traduzidas em frases do género “não entendo o motivo pelo qual o meu cavalo levou má nota no dorso, quando tem um dorso que se adequa ao padrão” (Bem dirigido, tendendo para o horizontal, servindo de traço de união suave entre o garrote e o rim), o que não é explicado (a maioria das vezes) e não se encontra escrito em lado algum, é que um cavalo nesta situação está a ser penalizado pela falta de utilização do dorso, isto é, os seus andamentos não são amplos (ágeis e elevados projectando-se para diante, suaves e de grande comodidade para o cavaleiro).

A situação descrita traduz a nossa realidade e não é facilmente perceptível, logo a componente didáctica, associada a qualquer sistema de avaliação, “cai por terra”. A hipocrisia do sistema traduz-se na utilização de um procedimento que não se encontra escrito, uma vez que o padrão está desajustado por falta de adequação a esta realidade. Mais grave e aí todos somos culpados pois, assistimos a estas situações e somos coniventes por… tradicionalismo.

Relativamente à grelha de avaliação mais um desajuste da nossa realidade. A título de exemplo, porque será que a cabeça é julgada conjuntamente com o pescoço??? Em termos de função qual a importância de cada um??? Poderia continuar em exemplos sucessivos, contudo a mensagem que pretendo deixar é que oito parâmetros de avaliação num julgamento de um animal parece-me muito aquém do que pode ser concretizado.

Em alguns países do norte da Europa são utilizados cerca de quarenta parâmetros, isto para além da componente de avaliação, permite efectuar uma radiografia numérica dos animais. Para quê??? Base de dados e correlações genéticas são a resposta. Sem estes elementos é complicado verificar respostas à selecção. Acho que já deu para perceber onde é que o “olhómetro” nos pode conduzir, porque não mudar o sistema????

Outra questão que dá que pensar é a dos membros, verifiquem quantos animais na Raça tem membros de oito??? Vão chegar à conclusão de uma triste realidade que deve servir para o reconhecimento de um problema da Raça.

Como qualquer problema ele tem de ser encarado e resolvido. Meditando um pouco, existem duas situações possíveis no actual pressuposto de raça fechada, a continuada desvalorização da Raça pela utilização da notas seis e sete (sistema actual) ou o reconhecimento de um problema com a consequente valorização dos animais menos maus (passando a haver animais de oito – sistema actual).

Outra hipótese é abertura da Raça a um cruzamento autorizado e dirigido. O efeito da introdução de genes estranhos à Raça é perfeitamente diluído nas gerações.

Se para mudar o padrão existe tanta resistência a hipótese de utilização de um cruzamento autorizado seria a nossa bomba de Hirochima.

Sofia e Sabre
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#4 Mensagem por Sofia e Sabre » sexta mar 28, 2008 1:33 am

Relativamente aos comentários acerca do Padrão da Raça,
Apesar do cavalo Lusitano ter vindo a sofrer alterações ao longo dos últimos anos, sendo a criação mais direccionada para o desporto, o nosso cavalo caracteriza-se como cavalo de combate, e é isto que o distingue. Se queremos passar a criar um cavalo com outras vertentes, acho que a solução não passa pela actualização do padrão (após a qual estas seriam sucessivas, acabando por se perder o nosso cavalo) mas sim pela diferenciação do cavalo quando se trata das avaliações, distinguindo-se entre o cavalo de combate e o cavalo de desporto. O que acontece é que se o padrão actual fosse alterado, certamente iria privilegiar o cavalo de desporto, deixando o tipo barroco para trás.
Relativamente à avaliação do pescoço e da cabeça, acho que este aspecto não se trata tanto de um aspecto funcional mas sim de uma característica da raça e que, se não for avaliada, certamente se perderá.
Concordo quando dizes que deveriam haver mais parâmetros e que estes deveriam estar mais especificados para que não haja possibilidade de aldrabices e, acima de tudo, a que os gostos pessoais dos juízes não interfiram com a avaliação.
Tens total razão quando dizes que "a hipótese de utilização de um cruzamento autorizado seria a nossa bomba de Hirochima", e sou totalmente contra. Mais uma vez, se se autorizasse um cruzamento de certeza que se lhe seguiria um segundo e por aí adiante... perder-se-ia o cavalo Lusitano, que tanta gente lutou para salvar e conservar.

CV
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#5 Mensagem por CV » sexta mar 28, 2008 2:47 am

Sofia,

O que referes entra no campo da especialização, dressage, gineta, obstáculos, etc. e faz todo o sentido. Complicado será enquadrar o padrão em todos esses objectivos. Apesar de possuir um efectivo diminuto, comparativamente com outras raças, a variabilidade existe e considero-a como benéfica. Não sou um fundamentalista do cavalo de desporto mas antes um apaixonado do cavalo funcional - independentemente da função. A alteração que sugestiono vai ao encontro da função e contra a hipocrisia que se verifica nos julgamentos (aí os animais não são julgados segundo o padrão - o padrão passa a existir apenas no “papel”).
No que respeito à questão da cabeça/pescoço, convenhamos que um tem importância estética (cabeça – muito associada ao tipo) e o outro tem um papel obrigatoriamente funcional (pescoço – trata-se do balanceiro, é fundamental no equilíbrio). Não faz sentido julgá-los em conjunto. Relativamente aos membros passa-se o mesmo, os membros anteriores tem uma importância distinta dos posteriores. Poderia citar mais exemplos. O trabalho do Dr. Monteiro é extremamente rico em pormenores deste tipo. É uma leitura obrigatória.
A essência do cavalo Lusitano passa muito pelo carácter, é único no mundo, bem como um conjunto de outras características que devemos à gineta e mais recentemente ao toureio. Acredito muito no bom senso e na possibilidade de adaptação de um sistema que permita, de uma forma transparente e credível, a coexistência pacífica baseada em sinergias na selecção de algumas linhas dentro de um sistema de Raça fechada.

Obrigado pelo teu comentário!

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Nostradamos do Top - um multifuncional

#6 Mensagem por CV » sexta mar 28, 2008 4:54 pm

Nostradamos do Top (Afiançado de Flandes*Lanai do Top por Mercúrio):
Eis um bom exemplo de um cavalo que provou a sua capacidade funcional no toureio e mais tarde no ensino.
Em ambas as disciplinas, com óptimas prestações.

É a prova viva que a vocação desportiva pode e deve andar a par da aptidão para toureio. Por praticar ensino não se perde a capacidade de combate. Aliás para andar nas provas de ensino é preciso um cavalo com raça, combativo.

Como no Norte da Europa, em que eles tem o salto em liberdade para testar as reacções e vontade do animal perante um obstáculo (reparem que esta prova é utilizada tanto para cavalos com vocação para ensino - aparentemente sem lógica - como para os com vocação para obstáculos), nós em Portugal podemos incluir o toureio nas provas de testagem dos nossos reprodutores.

No fundo nós temos a matéria-prima, que tem sido maioritariamente aproveitada por estrangeiros (caso do Novilheiro, do Guizo, do Opus - são os mais mediáticos), apenas nos cabe acreditar e trabalhar este potencial.

Felizmente já existem conjuntos portugueses com óptimas prestações, como o exemplo do conjunto Oxalis - Miguel Ralão. Neste caso o mérito do Dr. Pedro Ferraz da Costa é de louvar, é um verdadeiro tributo à palavra acreditar. Podemos louvar igualmente a família Pidwell, pelo trabalho desenvolvido pelo conjunto Spartacus - Jeannete Jening. Assim como outros que não referi, mas que existem.

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Assembleia de sócios da APSL

#7 Mensagem por CV » sexta mar 28, 2008 5:45 pm

Na segunda-feira, dia 31/03/08, pelas 15h vai haver assembleia dos sócios da APSL.

Nesta vão ser discutidos os temas da actualidade.

Oxalá decorra de uma forma serena e construtiva… para bem da Raça.

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Artigo do expresso

#8 Mensagem por CV » segunda mar 31, 2008 11:51 am

Aí está a comunicação social... já era de esperar.

Depois da mensagem esclarecedora do presidente da APSL (exposta no site da APSL) e das cartas divulgadas pelo Dr. Domingos Graciosa (expostas na internet), nada de novo, neste artigo.

De tudo retira-se uma obrigação - a imagem do Cavalo Lusitano tem de ser reabilitada.

Como?? Abandonando os sistemas que permitiram estas suspeições, investigando-as, retirando conclusões e ilações. Com base nestas, punir, se houver alguém para punir e por último (mais importante) construindo sistemas que não permitam climas de suspeição.

Discussões fratricidas - são infrutíferas e dispensáveis.

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Re: Assembleia de sócios da APSL

#9 Mensagem por DCP » segunda mar 31, 2008 10:32 pm

CV Escreveu:Na segunda-feira, dia 31/03/08, pelas 15h vai haver assembleia dos sócios da APSL.

Nesta vão ser discutidos os temas da actualidade.

Oxalá decorra de uma forma serena e construtiva… para bem da Raça.
A AG, onde apenas se pretendiam aprovar as contas de 2006 e 2007, foi impugnada pelo Dr Domingos Graciosa.

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Assembleia Geral APSL

#10 Mensagem por CV » terça abr 01, 2008 1:10 am

A mesa da Assembleia Geral recebeu dois pedidos de impugnação, um da Coudelaria Graciosa e o outro da Coudelaria da Quinta do Figueiral. Estas foram apresentadas com base no facto de não terem decorrido 15 dias, desde o momento da recepção das cartas (pelos associados) até ao dia da realização da Assembleia Geral.

Apesar destas impugnações foi deliberado, pelos associados presentes, que deveria ser debatido o ponto três da ordem de trabalho - outros assuntos de interesse.

Assim, com base neste ponto, a Assembleia Geral decorreu dentro do que se pode considerar "normal", face aos acontecimentos que vieram a público nos últimos tempos.

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A propósito da Assembleia Geral da APSL

#11 Mensagem por CV » terça abr 01, 2008 3:22 pm

Decepcionante, é a palavra certa para definir a reunião da Assembleia Geral da APSL que imprevisivelmente para alguns, funcionou. Como em tudo há que procurar uma leitura para o esforço (o suor era evidente) demonstrado pelo Dr. Domingos Graciosa para impugnar algo que tinha mesmo de acontecer. Fica a questão no ar, porquê este desmesurado esforço? Só pode haver uma resposta – um zelo exemplar pelo cumprimento das formalidades. Será?

A frase marcante do Dr. Domingos Graciosa foi “fui à caça das raposas e saiu-me um coelho”. Julgo, pelo contexto subjacente, que as raposas seriam os juízes e o coelho chamava-se Júpiter. Quanto às manobras do coelho para escolher a toca… esse tema foi tocado pelo Dr. Frederico Bonacho e pelo Dr. Henrique Abecasis.

Ficou bem visível que a imagem da Associação é o reflexo dos seus sócios. Falta de pragmatismo e tendência marcante para a anarquia (como forma de resolução de todos os problemas). As frase mais sonantes: "em minha casa eu produzo o que quero"; "filho de Lusitano, Lusitano é". Será que ninguém pensa em estratégia?? Tenho a certeza que sim, infelizmente pelos piores motivos – os associados à tomada de poder.

Sou obrigado a reconhecer que, apesar da reconhecida seriedade e sucesso empresarial, o "nosso" Presidente ficou aquém da atitude expectável e exigível para uma situação deste tipo. Nota-se um cansaço evidente e uma entropia dificilmente explicável num homem desta craveira. As explicações foram proferidas num timbre de voz forte, mas pouco arrojado em argumentos, convenhamos que a frase "eu quero é que eles vão levar onde levam as galinhas" é muito pouco reveladora, não em termos galináceos - aí todos entenderam - mas em termos de discurso credível, adequado ao panorama desolador que a Raça está a viver.

Houve da parte dos juristas, ali presentes, discursos com argumentos que marcaram, essencialmente por uma lucidez que não era extensível ao resto da sala. O Dr. Abecassis pela forma magistral como liderou a condução dos trabalhos da Assembleia. O Dr. Calejo Pires pela representação de uma Direcção amorfa. O Dr. Frederico Bonacho pelas mudanças de fundo que sugestionou.

Longe de construtiva, a reunião terminou à portuguesa, com um tema polémico mas pouco relevante (1) face aos temas do momento. O cavalo Lusitano de desporto, mais um "fait divers" para desviar os olhares do que é realmente importante – A RAÇA, conjuntamente com a necessidade de implementação de um programa de melhoramento credível.




(1) Pouco relevante, pelo facto, conforme explicado pelo Presidente, de não constituir uma realidade presente ("é uma ideia"), apenas concretizável, perante a vontade dos associados. O que não me parece que possa vir a acontecer (face à contrariedade manifestada pelos sócios presentes).

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#12 Mensagem por PNR » sexta abr 04, 2008 1:35 am

Segundo ouvi dizer o Dr. Domingos Graciosa reforçou a sua Quadra de caça, agora ainda mais de peso, com o Dr. Henrique Abecassis entre outros.

O Dr. Domingos não quer coelhos, ele quer é as raposas que estão bem enfiadas nas tocas...

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VOTAÇÕES DA ASSEMBLEIA GERAL DA APSL

#13 Mensagem por PNR » terça abr 29, 2008 10:06 am

Estes são os resultados das eleições da Assembleia Geral da APSL de dia 28 de Abril:

070 votos - 022,43% a favor do povo unido

023 votos - 007,37% contra

219 votos - 070,20% abstenção

312 votos - 100,00% total

Ganhou a Abstenção...

Esperemos que o Eng. Manuel Campilho cumpra as promessas de resolver o mais breve possivel os problemas...

PSL
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"La crisis" na APSL

#14 Mensagem por PSL » quarta jun 25, 2008 8:19 am

"La crisis" na APSL

Mais uma vez a imagem de "clube de amigos", que muitas vezes caracteriza na perfeição as atitudes de alguns elementos da APSL (desde juízes a elementos da Direcção), saiu reforçada pela ausência de atribuição dos títulos de vice campeão macho e fêmea, no dia em que se encontrava previsto no regulamento do Festival Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano 2008, ou seja, no próprio dia do Festival.

Esta gafe, oportunamente corrigida pela APSL, com a atribuição desses títulos fora do dia e hora previstos no regulamento, deveria, em nome da transparência e legalidade, ter sido explicada pela actual Direcção da APSL. Tudo leva a crer que as classificações terão sido atribuídas em sede de reunião, em dia e hora extra festival, contrariando todas as regras previstas num concurso desta natureza e dimensão. Será esta a forma escolhida pela actual Direcção para restituir a debilitada imagem da APSL? Parece-me uma forma muito pouco inteligente para o fazer.

Quais as implicações desta gafe? Os referidos títulos podiam colocar em causa o posicionamento da classificação de melhor criador, ganha pelo criador Manuel Veiga, com apenas três animais em concurso. Aliás o formato de resolução da gafe foi bastante hábil, uma vez que a atribuição dos títulos permitiu a manutenção do posicionamento das coudelarias implicadas (Manuel Veiga em 1.º e Sociedade Quinta das Terras em 2.º).
Uma instituição à qual foi atribuída o estatuto de utilidade pública, não pode, sob risco de descrédito, manter procedimentos geradores de suspeição.

O que terá acontecido??? É algo que a Direcção da APSL tem a obrigação, estatutária e moral, de responder.

Ficamos a aguardar!

J.Paralta
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#15 Mensagem por J.Paralta » quinta jun 26, 2008 8:57 am

Sentados!!!

Abraços

JParalta
Elas escolhem o dia, eles escolhem a hora.

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