A APSL no contexto dos acontecimentos

Fórum da raça

Moderador: Filipe Graciosa

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Lusitanos
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#106 Mensagem por Lusitanos » sexta abr 23, 2010 11:37 pm

liandro Escreveu:Se isto pega, então as outras dezenas (centenas) de criadores PSL a quem "chumbaram os cavalos" nas pontuações, nos festivais, feiras etc.? e ainda continuam reprovados (não têm o peso do Sr. Ortigão)
Pois mas o caso dos cavalos do Sr. Ortigão é diferente, não continuam reprovados... passados 1 ou 2 meses foram aprovados.

Como é que um cavalo em menos de dois meses passa a andar bem e a ter bons membros?

Conforme noticia do JN
...Os cavalos da COC foram reprovados em Coimbra, sendo o caso do Zimossimetrico o mais explicitado na providência. Três juízes da APSL chumbaram-no nos parâmetros "andamentos" e "membros", das provas morfofuncionais. Dois desses juízes também são criadores e, ainda segundo a COC, "têm obviamente um interesse directo nas avaliações atribuídas a cavalos da propriedade de outros criadores, já que se tratam de concorrentes directos no mercado".

A COC recorreu e a comissão de recurso não detectou problemas nos cavalos, que acabaram inscritos no Livro de Reprodutores. Mas as consequências do primeiro chumbo, publicado pela APSL e registado no Livro Azul dos cavalos, serão difíceis de anular: o valor de mercado do Zimossimetrico rondaria os 60 mil euros, antes das primeiras provas, e decresceu 90%, "mesmo depois de aprovado em sede de recurso", comparou o tribunal
l...
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FLITS
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#107 Mensagem por FLITS » sábado abr 24, 2010 7:59 am

Agora sim que existe uma boa oportunidade de comprar os poldros do OC com um desconto de 90%, ou não é o que ele também argumenta. Que falta de sentido comum!!

PSL
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#108 Mensagem por PSL » domingo abr 25, 2010 8:20 pm

Se sentido comum for a abundante conivência e falta de frontalidade, aí estou de acordo com o ilustre FLITS, e considero que o Sr. Ortigão Costa tem efectivamente falta de sentido comum.

Portugal necessita de mais homens como o Sr. Ortigão Costa, que saibam dar murros na mesa, e dizer BASTA! O basta e o não, são palavras de difícil digestão na República das bananas. Prefere-se o confortável, tranquilo, e cinzento NIN!

Numa anterior presidência da LSPA tivemos o Mestre do estratégico NIN. O tio ou pai, do caso do Brasil e de outras irregularidades, cujos conteúdos vemos aos poucos serem expostos na comunicação social.

Actualmente temos na presidência da LSPA, um homem que se exalta com o trivial, que manda os outros “levar onde levam as galinhas”, e que relativamente às questões de fundo, que verdadeiramente interessam à raça, fica na retranca do biombo do conforto. Teatralmente dá uns murros na mesa, com meia dúzia de palavrões à mistura, e grita alto para dar uma imagem da inexistente segurança.

Nada sabia da questão do Brasil e está a tratar do assunto com a maior diligência, e diplomacia. Eficiente e politicamente correcto! O país está apinhado de homens desta craveira, cuja referência é indiscutivelmente o também engenheiro, José Sócrates. Quando o mundo pensava que ele ia cair, eis que não, continua a irradiar competência e a espalhar a sua verdade (convenhamos que não tem de ser igual há dos outros! É apenas uma questão de ponto de vista).

Como ninguém consegue fazer nada dos juízes da raça, entendeu este homem que o melhor seria subir a fasquia, que aí eles seriam obrigados a dar pontuações mais altas aos cavalos. Vejam o resultado! Em Alter, de 18 cavalos, passaram 3. Felizmente que é uma raça de éguas, pois estas tem boas pontuações, se elas valessem tanto dinheiro como os machos, a felicidade estaria mais bem distribuída. Bem… nesse caso seria melhor repensar o exagero das pontuações das éguas, e tornar a avaliação igualmente criteriosa como as dos machos!

Afinal já estamos ao nível da Holanda ou da Alemanha, no que respeita há eliminação de cavalos ruins! Somos um povo com muita facilidade para acompanhar a competência dos países de referência da criação, sem necessitarmos de formação, e com juízes que são criadores e comerciantes de cavalos. BESTIAL!

Sistematização, rigor, trabalho e sentido prático são artefactos para povos primários, como os holandeses ou alemães, nós por cá vivemos do “feeling”. A actual concentração de garanhões já é vulgarmente conhecida pela eficiente rapidinha “a la portuguesa”.

Os nossos juízes que participam no carrossel da EPAE, já propuseram modernizar a coreografia da Escola, com a música “I got a feeling” dos Black Eyed Peas, em homenagem a esta extraordinária faculdade, transmitida de boca em boca, e apenas acessível aqueles que conseguem ver a LUZ.

Sinceramente que não entendo porque este país convive há tantos anos com a medíocre crise, quando a gestão está entregue a gente desta magnitude intelectual e cívica.

Só pode ser culpa do AZAR!

Vamos cruzar os braços, fazer figas e esperar que este fado passe depressa.

bebediabolico
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#109 Mensagem por bebediabolico » segunda abr 26, 2010 9:51 am

Bom dia.

Efectivamente o que aconteceu no sábado em Alter foi - em termos de pontuação - o mais didático que aconteceu até hoje ao nosso Lusitano!

Agora sim vamos ter um progresso gigantesto na raça!
Agora sim só cobre quem é lindo e pisa bem!
Agora sim os criadores não têm que perceber alguma coisa disto porque com éguas pontuadas acima dos oitenta pontos e com meia-dúzia de bons reprodutores - bonitos e a andarem bem - está salva a crise em que a raça estava (até à aprovação do novo regulamento) mergulhada!

BRAVO!
Ipe Ipe URRA SLPA!

Finalmente todos poderemos dormir descansados com tanta eficiência e sabedoria!

Pegando no paralelismo do PSL, apenas lanço a pergunta: Para quê perder tempo com preliminares com "rapidinhas" que deixam este grau de satisfação em todos nós?

Será que ainda ninguém da LSPA (sabemos que não são mentes brilhantes, mas...) se apercebeu que cada dia que passa e que esta instituição continua a viver (embora moribunda) é mais um dia de descrédito e total desrespeito pela raça?

Tenham vergonha!!

Se são pessoas de bem (como se auto-intitulam) onde está a coragem de assumir a total mediocridade, compadrio e PODRIDÃO que vos acompanha e deixa um cheiro nauseabundo de cada vez que se juntam para nos brindar com mais uma das vossas deploráveis lições?

Cps.

lusitanoPO
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#110 Mensagem por lusitanoPO » segunda abr 26, 2010 3:11 pm

Depois da Providência Cautelar contra a APSL, da Auditoria à Fundação Alter Real (FAR) e da luta pelo poder nestas 2 Instituições, que mais está para acontecer ao nosso pobre Lusitano!

O "SOS" que o concurso de garanhões lançou aos Criadores (sérios) do PSL em Alter no dia 24, vai levar a acordar muitos adormecidos. Pois avizinham-se maus tempos.

O novo regulamento PSL não é bom, mas também não é apenas o "mau da fita".
O mal está numa APSL (que nos anda a adormecer), duma FAR (que não se responsabiliza) e dum conjunto de JUÍZES CRIADORES, a maioria sem preparação técnica, que interpretam os regulamentos e o padrão da raça, segundo critérios comerciais dos seus cavalos e com interesses na selecção da raça (para tirar proveito).

Guitarra toca... Não continues a gemer baixinho! :roll:

Ricardo
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#111 Mensagem por Ricardo » terça abr 27, 2010 6:19 pm

Em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Socieda ... id=1551059
Contas congeladas na associaçãodo cavalo lusitano
Coudelaria Ortigão Costa requereu providência cautelar após reprovação de três cavalos
2010-04-23
NELSON MORAIS
A Associação de Criadores do Cavalo Lusitano tem as suas contas bancárias arrestadas por decisão do Tribunal Administrativo de Sintra. A sentença, de 26 de Março, traz a público mais um conflito interno na entidade a que o Estado delegou a gestão da raça equina.

A apreensão das contas, no BES e no BCP, foi decretada por uma providência cautelar, requerida pela Sociedade Agrícola da Fonte do Pinheiro. Esta é uma das 18 coudelarias que, em Março de 2008, apontou "ilegalidades" à direcção da Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro e Sangue Lusitano (APSL), presidida por Manuel Campilho, e requerera ao Ministério da Agricultura que avocasse a gestão da raça.

A Coudelaria Ortigão Costa (COC), como é conhecida a requerente da providência, quer ser ressarcida de danos sofridos, alegadamente, com a reprovação de três machos seus, em provas de admissão ao Livro de Reprodutores da APSL, em Outubro de 2009.

A COC contabiliza danos de 525 mil euros: 275 mil decorrentes da reprovação dos cavalos, mais 250 mil de outras irregularidades imputadas à APSL (ver ficha). Não sendo decretada a providência, haveria risco de "dissipação do património da APSL e perda da garantia patrimonial do crédito da requerente", argumentou, ao pedir ao tribunal que embargasse e ficasse as contas tituladas pela associação à sua ordem.

O Tribunal Administrativo de Sintra confirmou aquele risco, atendendo a que a situação patrimonial e financeira da APSL padece de "variadas irregularidades" e "é pouco sólida", justificou a juíza Anabela Cabral Ferreira. A magistrada declarou-se convicta da "séria probabilidade" de a coudelaria ter direito a indemnização e decretou o arresto das contas.

Os cavalos da COC foram reprovados em Coimbra, sendo o caso do Zimossimetrico o mais explicitado na providência. Três juízes da APSL chumbaram-no nos parâmetros "andamentos" e "membros", das provas morfofuncionais. Dois desses juízes também são criadores e, ainda segundo a COC, "têm obviamente um interesse directo nas avaliações atribuídas a cavalos da propriedade de outros criadores, já que se tratam de concorrentes directos no mercado".

A COC recorreu e a comissão de recurso não detectou problemas nos cavalos, que acabaram inscritos no Livro de Reprodutores. Mas as consequências do primeiro chumbo, publicado pela APSL e registado no Livro Azul dos cavalos, serão difíceis de anular: o valor de mercado do Zimossimetrico rondaria os 60 mil euros, antes das primeiras provas, e decresceu 90%, "mesmo depois de aprovado em sede de recurso", comparou o tribunal.

Segundo Ortigão Costa, o Zimossimetrico é um dos quatro garanhões da COC, que tem 55 éguas, é pai de 14 poldros e de nove ainda por nascer, quando requerida a providência. Por isso, a juíza também calculou que "a desvalorização verificada em cada um dos poldros descendentes é cerca de 90%".

O presidente da associação, Manuel Campilho, disse ao JN que aguarda a decisão final do tribunal de "consciência tranquila".
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G.H.O.S.T.
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#112 Mensagem por G.H.O.S.T. » terça abr 27, 2010 9:47 pm

Caros colegas do fórum,

Esta é a época da grande oportunidade, não foi no dia 25 de Abril mas a 24 de Abril deste ano que a gota de água caiu para inundar este pequeno mundo de apaixonados do cavalo lusitano, mas que infelizmente esta repleto de gente má e sem carácter.

Esta na altura que mais pessoas como o SR. Herói Jorge Ortigão se manifestem, há muita gente de peso que por vezes desiste e não luta por ver um nível tão baixo de gente a comandar. Gente ou Srs. que nem se manifestam, ficam no silêncio à espera que a tempestade acabe, mas é desta que ela não acaba. JÁ CHEGA DE TANTA .... Deixem os cavalos, roubem noutra freguesia. Que director ou presidente manda os sócios, colegas ou companheiros comer onde comem as galinhas? Nunca se viu nada disto em lado nenhum, só no Casal Ventoso.

A quem possa fazer alguma coisa, FORÇA, CORAGEM E DETERMINAÇÃO.

CPS

bebediabolico
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#113 Mensagem por bebediabolico » quarta abr 28, 2010 9:54 am

Bom dia.

Ontem, li de novo a última entrevista do Presidente da LPSA - Eng. Manuel Campilho - à revista Equitação nº79.

No meio de tanta sapiência e renovação idealista, encontrei três citações do próprio que são três pérolas que convosco quero partilhar:

"A notícia (leia-se do Brasil) foi despoletada por sócios portugueses, o que só mostra que estão entusiasmados com a criação e querem rigor e transparência, E É POR ISSO QUE TAMBÉM LUTO."

"O Estado tem uma função de fiscalização e a APSL está disponível para colaborar, não restam dúvidas quanto a isso, GERIMOS O LIVRO DE ACORDO COM A VONTADE DA MAIORIA DOS SÓCIOS."

"ENTENDO QUE AS ASSOCIAÇÕES SÃO RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO E DEVEM SER ANALISADAS AO FIM DE CADA MANDATO."

Dá que pensar...

Cps.

G.H.O.S.T.
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#114 Mensagem por G.H.O.S.T. » domingo mai 02, 2010 11:07 pm

Caros forenses vejam o que a raça precisa e quem nos pode salvar. http://tribunalusitana.com/programas.php?pagina=1
Este homem não come na mesma mesa que esta gentinha corrupta. Sr. Francisco Cancella de Abreu sabe o que diz e já o provou.

ABC
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#115 Mensagem por ABC » terça mai 04, 2010 11:07 pm

É de pertinente efeito uma interpretação do comunicado emitido pela LSPA, referente à providência cautelar interposta pela Sociedade Agrícola Fonte do Pinheiro.

1.º
O momento adequado para a emissão do comunicado apenas surgiu após a carta aberta escrita pelo Dr. Domingos Graciosa, publicada no portal equisport. A data da carta da LSPA é de 3 de Maio, mas a data da publicação é de 4.

2.º
É notória a falta de objectividade do comunicado e a tentativa implícita de promover a dualidade primária, em estilo J.W. Bush, de vincar posições estremas, que oscilam entre o mal da Sociedade Agrícola da Fonte do Pinheiro e o bem do lado da LSPA. Efectivamente a cor preta da Coudelaria Ortigão Costa pode gerar alguma confusão.

3.º
O pressuposto da falta de fundamento do tribunal, para interpor uma medida com a gravidade dos efeitos produzidos. Será que os convivas da LSPA julgam que o Sr. Ortigão Costa necessita do dinheiro da LSPA para fazer fortuna? Que mentes ofuscadas estas que não querem que se saiba que o problema advém do conluio, arbitrariedades e falta de seriedade, em que a cereja, é a ponta da espada dos juízes, que eleva ou detrata os animais que bem entendem, com um critério feito pelos próprios, e que hipocritamente o dizem decorrente do padrão da raça.

4.º
Que acham que os votos e apoio da massa associativa se consegue com a perspectiva de ausência de festa, mais em concreto do Festival Internacional do Cavalo Lusitano. É este o pensamento que preside às campanhas eleitorais de muitos países africanos, em que com festas, tremoços, e cerveja se compra uma presidência. Só falta a LSPA assegurar que os tremoços e cerveja do Festival são por conta da LSPA.

5.º
Há bem pouco tempo diziam que tinham o Festival assegurado pelos patrocinadores, agora dizem que o mesmo apenas ocorrerá com imaginação e determinação. Aqui sim andam a maniatar a opinião pública bem ao seu jeito, ou seja para o lado do “bem”.

6.º
Concluo que é triste que, perante consequentes e repetidas estratégias de promoção de evidente divisão dos associados, sempre em tom de elevado nível de hipocrisia e falta de humildade, não se demitam. Só dá para concluir o muito que têm a perder com o abandono deste formato de poder medíocre, cujos proveitos são o escoamento dos animais que todos eles produzem, com carimbos de qualidade Oficialmente reconhecida por uma instituição de Utilidade Pública.

7.º
Achega final: foi o comunicado mais pobre de conteúdo que nos poderiam presentear.

JK6Ô7
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#116 Mensagem por JK6Ô7 » terça mai 04, 2010 11:57 pm

Caros Amigos

Apreciei muito a última concentração de garanhões em Alter, vi que a raça, finalmente vai por bom caminho, aprendi à bruta. Aquilo sim são juízes.

Antigamente, com um 4, chumbava-se. Depois passou para um 4 ou menos que 72 pontos(1982), creio. Ideias do Mello.
Mais tarde em talvez há uns 10 anos, para os dois 5. Agora para os três 6.

Mas temos que continuar a melhorar a raça (para mim ainda é RAÇA embora para eles seja a "raça" ou "racinha").

Eis pois o que proponho:
-Que dentro de um ano, passemos para a eliminação de garanhões que tenham quatro 7.

-Que dentro de três anos (damos 2 anos para eles "juízes" treinarem) passemos para cinco notas de 8, para chumbar.

-Mais tarde, chegamos aos tão cobiçados 9 pontos. Seis notas de 9 e VAI-TE ASSOAR PARA Caiscais!!!

Assim sucessivamente. Vão ver o que vamos ganhar. Somos os melhores do Mundo.

A raça Lusitana sempre foi melhor que o País.

AGORA NÃO DEIXEM QUE O PAÍS LIDERADO POR MISERÁVEIS SUCESSORES DE TRAIDORES LIXEM O POVO.

Por isso há que: O POVO (a Raça) lute contra OS MISERÁVEIS (a direcção da APSL) liderados por TRAIDORES (os juízes) e o inimigo estrangeiro.

Temos que arranjar arquitectura para tal.

bebediabolico
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#117 Mensagem por bebediabolico » quarta mai 05, 2010 9:23 am

Bom dia.

Numa altura histórica em que a LSPA defende a sua OPACIDADE com alegada TRANSPARÊNCIA, gostaria de lançar uma pergunta a todos aqueles que utilizam este Fórum:

Como é possível existir uma filha do UNIVERSO MV nascida em 2008, quando o último proprietário do cavalo (coudelaria Félix de Costa) inscreveu os seu últimos poldros em 2004?

É só verificar, a poldra chama-se DIABÓLICA, nasceu a 21/01/2008, na YEGUADA LA PERLA e tem o NSC 231088!

À velocidade a que a LSPA está a responder, hoje mesmo deverei ter um comunicado no seu site oficial a esclarecer esta dúvida...

Cps.

lusitanoPO
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#118 Mensagem por lusitanoPO » quarta mai 05, 2010 10:07 am

Para trocar impressões, decidir o melhor e analisar o momento de elevada tensão que se vive na APSL

A Direcção da APSL convocou os Sócios para 3 reuniões a realizar:
- dia 11 de Maio em Évora
- dia 13 de Maio em Santarém
- dia 17 de Maio no Porto

Esperemos que todos os sócios resolvam ou ajudem a resolver os problemas actuais, doa a quem doer.

zepinto72
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#119 Mensagem por zepinto72 » quarta mai 05, 2010 3:04 pm

Boa tarde!
Só para dizer que a data de Santarém alterou para dia 12 e não dia 13 como estava previsto, por causa do Pápa.
Não o da LSPA, mas o do Vaticano.

Domingos Graciosa
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Re: A APSL no contexto dos acontecimentos

#120 Mensagem por Domingos Graciosa » quarta mai 05, 2010 3:10 pm

Santo Estêvão, 4 de Maio de 2010

Caros associados e amigos do cavalo Lusitano,

A Direcção da Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro-Sangue Lusitano (APSL) divulgou uma comunicação aos seus associados, onde legitimamente, manifesta a sua preocupação “pelo ambiente de elevada tensão que urge esclarecer e resolver”. Para tal, convoca três reuniões: uma no Sul (11 Maio - Évora), outra no centro (13 Maio - Santarém), e uma terceira no Norte do país (17 Maio - Porto). Como ordem de trabalhos salientam que querem a “sua opinião para que possamos decidir o melhor para todos”. Os dias escolhidos são dias da semana, em horário matinal (10:00h da manhã). A carta “MUITO IMPORTANTE” foi escrita no dia 29 de Abril, publicada no site da APSL no dia 3 de Maio, e aguardam resposta até ao dia 7 de Maio.

Está explícito na carta que a Direcção da APSL necessita:
1. De uma manhã de um dia de trabalho semanal dos seus associados;
2. De dividir os seus associados por três regiões do país;
3. Que os associados organizem urgentemente a sua agenda para a imprescindível comparência.

A ordem de trabalhos não é explícita, pelo que há que procurar uma leitura nas entrelinhas para vislumbrar o que a Direcção da APSL pretende dos seus associados.

Nesse contexto, há a eterna questão da transparência e comunicação, que a actual Direcção da APSL teima reiteradamente em se esquecer. Porque motivo, numa convocação desta importância e que assume este carácter de urgência, a Direcção não é explícita na ordem de trabalhos das reuniões? Se o objectivo é ouvir a opinião dos associados, não seria legítimo que os associados tomassem conhecimento, de antemão, dos assuntos a tratar, para que a opinião a emitir seja devidamente ponderada e amadurecida, conforme sugere o senso comum?

Da prática, agora recorrente, do agendamento de reuniões em diferentes partes do país advém uma preocupação da Direcção, com a importância da aproximação ao facilitismo da deslocação dos seus associados. Mas nesta preocupação, que não deixa de ter a sua importância, esquece-se de outra leitura, a da união e coesão da massa associativa! Não seria importante que os associados do Sul tomassem conhecimento do que pensam os associados do Centro e do Norte? Não seria fundamental esta acumulação de sinergias na resolução de problemas de suma gravidade? Porquê dividir? Porquê esquecer duas partes da massa associativa, no dinamismo de uma discussão pública?

Certamente que a Direcção da APSL tem muitas explicações a dar aos seus associados, relativamente aos acontecimentos que vieram recentemente a público, nomeadamente os fundamentos que levaram ao decretamento da providência cautelar que provocou o congelamento das contas bancárias da APSL, bem como aos motivos que conduziram à instauração, por parte da Direcção da APSL, de um processo disciplinar aos seus 10 associados efectivos, subscritores da carta ao Ministro da Agricultura, e a um subsequente arquivamento do processo em 8 de Fevereiro de 2010, com recomendações do Conselho Fiscal e Disciplinar, à actual Direcção da APSL (transcrição das recomendações: “I. Intervenção, com carácter de urgência, junto da entidade administrativa competente de forma a permitir a regularização das várias matérias em crise no âmbito do Stud-Book; II. Revisão integral, com carácter de urgência, dos Estatutos da Associação; III. Criação, com carácter de urgência, de mecanismos que permitam maior transparência no julgamento de animais; IV. Rigoroso cumprimento de todas as recomendações efectuadas pela Sociedade de Revisores de Contas – Albuquerque, Aragão e Associados, constante do relatório de análise às contas da Associação de 2008.”).

Porque não redigir e remeter todas essas explicações aos seus associados? Certamente que as opiniões a emitir pelos associados no decurso das reuniões, seriam mais avalizadas e fundamentadas.

No nosso entendimento, a Direcção da APSL teima em assumir uma actuação pouco transparente, permitindo nesta situação em concreto, espaço para um ambiente do “diz que disse”, entre associados e não associados. No que concerne aos associados, passam a estar divididos de acordo com a região do país. Será que a Direcção da APSL pondera a regionalização do seu formato administrativo/funcional? Ou dentro da mesma óptica, dividir o campeonato Internacional do cavalo Lusitano em três eventos, três datas, e três locais diferentes?

Num meio “ambiente de tensão” só podem existir três condimentos para a imprescindível clarividência na tomada de decisões: clareza na comunicação, informação fiável e um conveniente período de amadurecimento de ideias. Apenas com base nestes três pressupostos, se podem tomar decisões seguras e sustentáveis num futuro que se avizinha difícil. Não é credível, na condução dos destinos de um efectivo à escala Mundial, que se tomem decisões de fundo “num dia”, e que passados “dois dias”, se decida em sentido contrário. Em que crédito fica a APSL perante as associações congéneres dos outros países, ou mesmo perante a entidade que procede à homologação das decisões (Fundação Alter Real)?

Se efectivamente a Direcção da APSL pretende um debate coeso, universal, informado, e consequente, remeta de imediato a informação que quer transmitir aos seus associados, e de seguida convoque, não três, mas uma reunião, em formato de Assembleia-Geral. Que melhor dia e hora para um evento desta natureza, do que as 10:00h da manhã de um sábado?

Será fundamental não esquecer que Portugal, como centro de decisão dos destinos da raça, não pode passar ao lado das aspirações e ambições dos criadores pertencentes aos restantes países envolvidos na criação.

Como diz e bem o Presidente da AEPSL (Associação Espanhola do Puro Sangue Lusitano), Enrique Guerrero Von Wittgenstein, na carta do Presidente, divulgada na edição n.º 5 de 2009, da revista da AEPSL: “La Raza no admite trampas, trampicheos, ni manipulaciones. Exige de sus administradores respeto, aperturismo, altruismo, desinterés, magnificencia y universalidad. Solo en estes términos concebimos su progreso y consolidación. En esta ocasión me uno a todos los Asociados para expresar nuestro sentir y transmitir la opinion de nuestro colectivo”.

Só neste ambiente de macro sinergias e universalidade, poderá surgir o delineamento de directrizes capazes de projectar a raça para patamares de relevo e credibilidade Internacional.

Com os meus cumprimentos,
Domingos de Mello Giraldes Pereira de Figueiredo

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