O caso do Estribo Prateado

Fórum da modalidade

Moderadores: Filipe Graciosa, APD

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Dr.Elina
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#16 Mensagem por Dr.Elina » terça mai 23, 2006 11:31 pm

Artº 436
2. Qualificação
2.1 Para Candidato a Juiz Nacional nível 1 (CJN 1):
2.1.1 Ser considerado apto pela Comissão Técnica de Ensino (CT) para a frequência de um curso
de nível básico promovido pela FEP. Para tal, deverá o candidato apresentar “curriculum”
referente à sua ligação à modalidade.
2.1.2. Ser considerado apto pela CT, após a frequência do Curso de nível básico referido, onde
prestará provas teóricas e práticas, demonstrando conhecimentos equestres, dos
Regulamentos da FEI e da FEP, bem como capacidade para julgamento de provas;
2.1.3 A aprovação no Curso permitirá a esta categoria de juiz julgar provas oficiais de ensino
nos graus Preliminar (P) e Elementar (E).
2.2 Para Candidato a Juiz Nacional nível 2 (CJN 2):
2.2.1 Ter passado no mínimo um ano sobre a aprovação como CJN 1, tendo sido membro de
Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no artº. 411 deste Regulamento e
demonstrado competência, interesse e assiduidade, nomeadamente secretariando Juízes
de grau superior;
2.2.2 Ter frequentado pelo menos uma Reciclagem do seu grau ou superior, promovida pela
FEP;
2.2.3 Esta qualificação permitirá a esta categoria de Juiz julgar provas oficiais de ensino nos
graus Médio (M) e Complementar (C).
2.3 Para Juiz Nacional nível 1 (JN 1):
2.3.1 Terem passado no mínimo 2 anos sobre a aprovação como CJN 2, tendo sido membro de
Júri de pelo menos 4 Concursos de entre os previstos no artº. 411 deste Regulamento,
continuando a demonstrar competência, interesse e assiduidade, nomeadamente
secretariando Juízes de grau superior;
2.3.2 Ter frequentado pelo menos uma Reciclagem de nível superior, promovida pela FEP;
2.3.3 Ser considerado apto pela CT, após a frequência de um Curso de nível superior promovido
pela FEP, onde prestará provas teóricas e práticas, demonstrando conhecimentos
equestres, dos Regulamentos FEP e FEI, bem como capacidade para julgamento de
provas de nível internacional;
2.3.4 A aprovação neste Curso permitirá a esta categoria de Juiz julgar provas de ensino de
nível internacional nos graus S. George e Intermediária I.
2.4 Para Juiz Nacional nível 2
2.4.1 Ter passado no mínimo 1 ano sobre a aprovação como JN 1, tendo sido membro do Júri de
pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no artº. 411 deste Regulamento,
continuando a demonstrar competência e interesse ;
2.4.2 Ter frequentado pelo menos uma Reciclagem de nível superior, promovida pela FEP;
2.4.3 Esta qualificação permitirá a esta categoria de juiz julgar provas oficiais de ensino de nível
internacional nos graus Intermediária II e Grande Prémio
.
3. Desqualificações
Serão desqualificados, deixando de poder julgar quaisquer provas previstas no artº 411 deste
Regulamento, os juízes e candidatos a juiz nas condições seguintes:
3.1 De Candidato a Juiz Nacional nível 1 (CJN 1):
Terem passado 2 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e
aceite pela FEP, sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os
previstos no artº.411 deste Regulamento, nem durante esse período de tempo ter
frequentado pelo menos uma Reciclagem do seu grau ou superior, promovido pela FEP;
3.2 Juízes de qualquer categoria após atingirem os 70 anos de idade
4. Desclassificações
Serão desclassificados, baixando à categoria imediatamente inferior, os juízes e candidatos a juiz,
nas situações seguintes:
4.1 De Candidato a Juiz Nacional nível 2 (CJN 2):
Terem passado 3 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e aceite
pela FEP, sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no
artº. 411 deste Regulamento nem durante esse período de tempo ter frequentado pelo
menos uma Reciclagem do seu nível ou superior, promovida pela FEP;
4.2 De Juiz Nacional nível 1 (JN 1):
Terem passado 2 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e aceite
pela FEP, sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no
artº. 411 deste Regulamento nem durante esse período de tempo ter frequentado pelo
menos uma Reciclagem de nível superior, promovida pela FEP;
4.3 De Juiz Nacional nível 2 (JN 2):
Terem passado 3 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e aceite
pela FEP, sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no
art.º 411 deste Regulamento nem durante esse período de tempo ter frequentado pelo
menos uma Reciclagem de nível superior, promovida pela FEP

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João dee Deus
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ensino

#17 Mensagem por João dee Deus » terça mai 23, 2006 11:51 pm

A unica entidade que fica de posse de todos estes requesitos que a Elina citou,e a respectiva frequencia de actividade,é a FEP.

Donde se torna imperioso que seja ela,a FEP, a nomear os juris para todas as disciplinas equestres.
Não estou a ver as diversas organizações de os diversos eventos equestres,para nomearem os juris que precisam,pedirem esses elementos à FEP.

A não verificar-se o pedido destes requesitos actualizados,poderá ocorrer serem convidados pelas organizações,juizes que estejam fora da legalidade,portanto até se poderia reclamar da validade da propria prova,anulando-a.

saudações Marialvas
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...

CH
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#18 Mensagem por CH » quarta mai 24, 2006 8:09 am

Boas noites!!
Tenho estado a seguir este topico e decidi intervir agora, este assunto não está a ser abordado da maneira correcta, eu ja a bastante tempo ando no meio das provas de ensino, e sinto-me totalmente a vontade de falar sobre tudo acerca deste assunto.
Sendo assim não concordo com uma parcialidade das afirmações que foram ditas atrás, pois nos ultimos anos a qualidade das provas de ensino tem subido a 200%, e termos de competetividade esta cada vez melhor, sendo assim axo que não podemos falar de "estribo dourado", pois normalmente quem ganha e que merece, quem ganha são memo os bons.. n me digam que não sei quem não mercia ganhar porque usou a voz mas comecem a olhor para os cavalos...
Dia após dia temos juizes com melhor qualidade , defacto a um ou dois que não são competentes , mas não é daí que o nosso ensino piora...


Em vez de comentarmos estes assuntos distrutivos da actualide deveriamos falar do progresso que o ensino tem tomado, que o espaço dos maus esta a diminuir e os bons estão cada vez melhores, afinal de contas a quanto tempo não tinhamos uma epoca com tantos cavalos em intermidiaria e grande premio...

O ensino está a evoluir graças ao esforço que se tem feito pelo cavalo lusitano... e ñ são os "arbritos" que o vão parar



Podem ter a certeza que no ensino não há Zés Veigas , Luises Felipes Vieiras , Pintos da Costa , o Reinaldos Telles!!!!

luis pedro
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Re: ensino

#19 Mensagem por luis pedro » quarta mai 24, 2006 9:30 am

João dee Deus Escreveu:A unica entidade que fica de posse de todos estes requesitos que a Elina citou,e a respectiva frequencia de actividade,é a FEP.

Donde se torna imperioso que seja ela,a FEP, a nomear os juris para todas as disciplinas equestres.
Não estou a ver as diversas organizações de os diversos eventos equestres,para nomearem os juris que precisam,pedirem esses elementos à FEP.

A não verificar-se o pedido destes requesitos actualizados,poderá ocorrer serem convidados pelas organizações,juizes que estejam fora da legalidade,portanto até se poderia reclamar da validade da propria prova,anulando-a.

saudações Marialvas
Olá João,
As listas dos juízes estão no site da FEP para quem quiser consultar (a maior de todas é a do TREC).
Os programas dos concursos (onde constam os juízes convidados) tem de ser aprovados pela Federação.
Cumprimentos,
Luis Pedro

Rogers
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#20 Mensagem por Rogers » segunda jul 10, 2006 11:56 pm

Os juizes não podem julgar os proprios alunos, nem familiares, nem com nenhum ligação directo profecional. Isto é levado á letra.

Mas é claro que os resultados são sempre 'injustos', não podemos esquecer que cada juiz tem uma prespectiva diferente, logo vêm coisas diferentes e mais cada juiz tem o factor de gosto pessoal. Não estou de acordo com isto, mas eu como concurrente já sofri muito com isto e apanhei grandes dsilusões, mas por outro lado já apanhei agradáveis supresas.

Juizes internacionais têm muito mais expriencia, logo estão muito mais equilibradas.
Nunca desistir, por muito dificil que seja que um dia...havemos de vencer!

luis pedro
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#21 Mensagem por luis pedro » terça jul 11, 2006 5:54 am

Rogers Escreveu:Os juizes não podem julgar os proprios alunos, nem familiares, nem com nenhum ligação directo profecional. Isto é levado á letra.

Mas é claro que os resultados são sempre 'injustos', não podemos esquecer que cada juiz tem uma prespectiva diferente, logo vêm coisas diferentes e mais cada juiz tem o factor de gosto pessoal. Não estou de acordo com isto, mas eu como concurrente já sofri muito com isto e apanhei grandes dsilusões, mas por outro lado já apanhei agradáveis supresas.

Juizes internacionais têm muito mais expriencia, logo estão muito mais equilibradas.
Olá Rogers,
Esta sua frase final mostra que não teve a curiosidade de ver as classificações, por juíz, da última Taça Ibérica isto se é que temos o mesmo conceito de equilíbrio.
Cumprimentos,
Luis Pedro

Rogers
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#22 Mensagem por Rogers » terça jul 11, 2006 6:03 am

Não, não vi. Mas é assim que devia ser(como tu estás a dizer). se não me engano numa prova internacional são 5 juizes se dessem as mesmas notas e a opinião pessoal não entrasse era só necessário um.
Eu quando faço provas aceito o que cada juiz disser e se puder vou falar pessoalmente com eles para conhecer esse aspecto de cada juiz e saber o que é que posso melhorar. nunca será possivel satisfazer a todos, mas é divertido tentar e dá-nos um visão muito maior de tudo e novas ideias. E claro assim ficamos a aprender muito mais.
Nunca desistir, por muito dificil que seja que um dia...havemos de vencer!

luis pedro
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#23 Mensagem por luis pedro » terça jul 11, 2006 6:28 am

Rogers Escreveu:Não, não vi. Mas é assim que devia ser(como tu estás a dizer). se não me engano numa prova internacional são 5 juizes se dessem as mesmas notas e a opinião pessoal não entrasse era só necessário um.
Eu quando faço provas aceito o que cada juiz disser e se puder vou falar pessoalmente com eles para conhecer esse aspecto de cada juiz e saber o que é que posso melhorar. nunca será possivel satisfazer a todos, mas é divertido tentar e dá-nos um visão muito maior de tudo e novas ideias. E claro assim ficamos a aprender muito mais.
Olá Rogers,
Não, não se engana, são cinco Juízes tal como no Campeonato Nacional e na Final das Taças.
Faz muito bem em falar com os Juízes (para além de ler as observações no protocolo das provas), eles podem dizer-lhe o que pretendem ver ou o que gostaram menos quer sobre a forma como o cavalo trabalhou ou a forma como desenhou as figuras, etc,.
Cumprimentos,
Luis Pedro

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João dee Deus
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#24 Mensagem por João dee Deus » terça jul 11, 2006 6:47 am

Tenho esse problema «no TREC.

Como não é viável falar com todos os juris,que são muitos,sujeri que fosse afixada uma copia da classificação de cada juri para se saber onde errámos.

Ainda não oficializei esta sugestão mas penso fazê-lo.

saudações Marialvas
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...

luis pedro
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#25 Mensagem por luis pedro » terça jul 11, 2006 7:41 am

Olá João,
No ensino todos os juízes classificam todos os exercícios da prova o que não acontece no TREC. Não sei exactamente como é atribuida a pontuação por obstáculo mas devia ser afixada ou constar de uma folha de classificação por concorrente o que permitiria tirar duvidas e pedir esclarecimentos úteis com vista a melhorar o desempenho nas provas seguintes.
Cumprimentos,
Luis Pedro

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trec

#26 Mensagem por João dee Deus » terça jul 11, 2006 7:51 am

Luis

No TREC-PTV(percurso terreno variado)é um juri por cada dificuldade,daí serem muitos.
Mas essa afixação até possivelmente faz parte dos regulamentos...não sei.
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...

alegrete
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#27 Mensagem por alegrete » quarta dez 20, 2006 8:51 pm

boa tarde :

Isto do ensino e muito subjectivo, porque se eu hoje for jantar com um juiz e ele ate engraçar com a minha cara pode ser que amanha tenha mais um ponto numa nota ou noutra!!!!
nos saltos e muito mais simples... os paus ou caem ou nao caem e ganha o mais rapido! 8)

quem sabe se um dia destes ate vamos ter umk processo instaurado por corrupçao dos juizes de ensino!!! :shock: :shock:
O ensino da cavalo é o melhor complemento da educação de um Homem. Em equitação, o que os olhos vêem só a mão sabe!”- João Núncio

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Re: ensino

#28 Mensagem por cervantes » quinta dez 21, 2006 7:30 am

luis pedro Escreveu:
João dee Deus Escreveu:A unica entidade que fica de posse de todos estes requesitos que a Elina citou,e a respectiva frequencia de actividade,é a FEP.

Donde se torna imperioso que seja ela,a FEP, a nomear os juris para todas as disciplinas equestres.
Não estou a ver as diversas organizações de os diversos eventos equestres,para nomearem os juris que precisam,pedirem esses elementos à FEP.

A não verificar-se o pedido destes requesitos actualizados,poderá ocorrer serem convidados pelas organizações,juizes que estejam fora da legalidade,portanto até se poderia reclamar da validade da propria prova,anulando-a.

saudações Marialvas
Olá João,
As listas dos juízes estão no site da FEP para quem quiser consultar (a maior de todas é a do TREC).
Os programas dos concursos (onde constam os juízes convidados) tem de ser aprovados pela Federação.
Cumprimentos,
Luis Pedro

Olá Luis,

Quanto ao seu 1º entre-parentesis, tem toda a razão: TEMOS MAIS DE DEZ JUIZES PARA CADA CONCORRENTE... isto só visto!

Quanto ao seu 2º entre-parentesis... só se for no Ensino, porque no TREC até já se viu "acompanhantes de Juizes" a julgar provas... POR FALTA DE JUIZES!!!!!!, isto em provas do Campeonato Nacional!

Tou com o Alegrette, acho que para o ano vou é divertir-me a fazer o CN de CSO... A VARA CAI OU NÃO CAI... E GANHA QUEM CHEGAR PRIMEIRO! Não há DUVIDAS!

Cts TRECeiros,

Virgílio Cervantes

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#29 Mensagem por luis pedro » quinta dez 21, 2006 7:45 am

Olá Cervantes,

É, nos obstáculos tudo parece mais fácil.

Luis Pedro

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#30 Mensagem por João dee Deus » quinta dez 21, 2006 7:55 am

Agora no CNEMA a falar quem sabe dos meandros humano/hipicos,ele dizia que o TREC é para gentes diferentes de nós porque a isenção tem de ser intrinseca e evidente.
É a modalidade com mais subjectividade de apreciação,e estará no outro extremo do caso da vara que cai ou não.
Isto em termos de competitividade porque a nivel de participação simples é das mais bonitas e variadas.

saudações Marialvas
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