Trabalhar um cavalo à guia
Moderador: Filipe Graciosa
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Trabalhar um cavalo à guia
Boa tarde a todos,
Estive ontem no hipódromo do Campo Grande, e enquanto esperava por um artigo resolvi passear um pouco por ali. Fui até à zona onde passam os cavalos à guia. Qual não foi a minha estupefacção quando vi um Sr. a passar um cavalo à guia com: uma cabeçada, um sarrilhão e um gogue. Até aqui tudo bem, embora eu não use o sarrilhão nem o gogue, o problema a meu ver começa porque o Sr. colocou o gogue de tal forma que o cavalo tinha a cabeça colada ao peito. O animal foi obrigado a andar em circulos pequenos, a passo, trote e galope e com o cavaleiro a empurra-lo com o chicote e a puni-lo se este se desunia. Claro que o cavalo estava completamente em cima das espáduas, completamente desequilibrado e não me parecia nada feliz. Não sei se as pessoas trabalham cavalos à guia assim porque não sabem ou se o fazem por pensarem que assim colocam os cavalos. Fiquei revoltada mas não creio que se tivesse abordado o Sr. para conversar com ele sobre o assunto (trabalhar à guia) ele aceitasse a minha opinião. Afinal o que pode uma amadora ensinar a um profissional. É uma pena continuarem-se a observar comportamentos destes que em nada contribuem para a felicidade dos cavalos cada vez mais defendida pela Federação Equestre Internacional. Talvez fosse interessante trocarem-se impressões neste fórum sobre como se deve trabalhar um cavalo na guia.
Estive ontem no hipódromo do Campo Grande, e enquanto esperava por um artigo resolvi passear um pouco por ali. Fui até à zona onde passam os cavalos à guia. Qual não foi a minha estupefacção quando vi um Sr. a passar um cavalo à guia com: uma cabeçada, um sarrilhão e um gogue. Até aqui tudo bem, embora eu não use o sarrilhão nem o gogue, o problema a meu ver começa porque o Sr. colocou o gogue de tal forma que o cavalo tinha a cabeça colada ao peito. O animal foi obrigado a andar em circulos pequenos, a passo, trote e galope e com o cavaleiro a empurra-lo com o chicote e a puni-lo se este se desunia. Claro que o cavalo estava completamente em cima das espáduas, completamente desequilibrado e não me parecia nada feliz. Não sei se as pessoas trabalham cavalos à guia assim porque não sabem ou se o fazem por pensarem que assim colocam os cavalos. Fiquei revoltada mas não creio que se tivesse abordado o Sr. para conversar com ele sobre o assunto (trabalhar à guia) ele aceitasse a minha opinião. Afinal o que pode uma amadora ensinar a um profissional. É uma pena continuarem-se a observar comportamentos destes que em nada contribuem para a felicidade dos cavalos cada vez mais defendida pela Federação Equestre Internacional. Talvez fosse interessante trocarem-se impressões neste fórum sobre como se deve trabalhar um cavalo na guia.
Antónia Serra
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- Iniciado
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Mª Antónia
Aquilo que contou é, infelizmente, o que mais se verifica em Centros Hípico e Picadeiros em que, os ditos profissionais, acham que o trabalho de guia é só 'pôr um cavalo a andar p'ra fente'.
Acho que esses senhores deviam aprender um pouquinho com os 'menos profissionais' e admitir que o trabalho de guia é um trabalho complexo e que requer muita experiência, muita calma e muita 'mão sabedora'.
Infelizmente os cavalos continuam a ser menos bem tratados, para não dizer mal tratados, porque anda aí muito energúmeno que ainda não entendeu que um cavalo não é uma biciclete em que se pedala e a coisa anda!!

Aquilo que contou é, infelizmente, o que mais se verifica em Centros Hípico e Picadeiros em que, os ditos profissionais, acham que o trabalho de guia é só 'pôr um cavalo a andar p'ra fente'.
Acho que esses senhores deviam aprender um pouquinho com os 'menos profissionais' e admitir que o trabalho de guia é um trabalho complexo e que requer muita experiência, muita calma e muita 'mão sabedora'.
Não se pode ajudar quem não tem humildade suficiente para admitir que precisa de ser ajudado.Fiquei revoltada mas não creio que se tivesse abordado o Sr. para conversar com ele sobre o assunto (trabalhar à guia) ele aceitasse a minha opinião.
Infelizmente os cavalos continuam a ser menos bem tratados, para não dizer mal tratados, porque anda aí muito energúmeno que ainda não entendeu que um cavalo não é uma biciclete em que se pedala e a coisa anda!!



Tita
bom dia.
Efectivamente não me posso considerar uma cavaleira experiente, mas costumo usar com alguma frequência gogue (elástico preto que se ajusta em cima) e serrilhão para passar o cavalo à guia (não o serrilhão metálico, mas forrado a couro, à portuguesa), embora a maior parte das vezes prenda a guia ás duas argolas do bridão passando por cima da cabeça, uma vez que o cavalo já não faz força.
Uso o gogue, para obter o mesmo efeito das rédeas fixas, muscular o dorso (corrijam-me se estiver errada) e obter uma posição mais baixa e descontraída do pescoço do cavalo, e geralmente começo com 5 minutos para cada mão sem gogue, e só depois do cavalo estar "quente" trabalho mais 5 a 10 minutos para cada mão com gogue, terminando sempre o trabalho montada ou à guia com mais 5 ou 10 minutos sem gogue e rédeas soltas.
Penso que a vantagem, mas que é também problema, é o sistema de regulação, menos rigoroso comparado com as rédeas fixas.
Sobre a utilização do gogue tenho uma dúvida que gostaria de ver esclarecida se alguém souber, que é sobre os diferentes efeitos que se obtêm quando se prendem as extremidades junto às fivelas da cilha ou na barriga. Já experimentei das duas formas, e parece-me que a colocação na barriga permite ao cavalo adoptar uma posição mais descontraída e baixa do pescoço/cabeça.
boas cavalgadas e ótimo fim de semana
Efectivamente não me posso considerar uma cavaleira experiente, mas costumo usar com alguma frequência gogue (elástico preto que se ajusta em cima) e serrilhão para passar o cavalo à guia (não o serrilhão metálico, mas forrado a couro, à portuguesa), embora a maior parte das vezes prenda a guia ás duas argolas do bridão passando por cima da cabeça, uma vez que o cavalo já não faz força.
Uso o gogue, para obter o mesmo efeito das rédeas fixas, muscular o dorso (corrijam-me se estiver errada) e obter uma posição mais baixa e descontraída do pescoço do cavalo, e geralmente começo com 5 minutos para cada mão sem gogue, e só depois do cavalo estar "quente" trabalho mais 5 a 10 minutos para cada mão com gogue, terminando sempre o trabalho montada ou à guia com mais 5 ou 10 minutos sem gogue e rédeas soltas.
Penso que a vantagem, mas que é também problema, é o sistema de regulação, menos rigoroso comparado com as rédeas fixas.
Sobre a utilização do gogue tenho uma dúvida que gostaria de ver esclarecida se alguém souber, que é sobre os diferentes efeitos que se obtêm quando se prendem as extremidades junto às fivelas da cilha ou na barriga. Já experimentei das duas formas, e parece-me que a colocação na barriga permite ao cavalo adoptar uma posição mais descontraída e baixa do pescoço/cabeça.
boas cavalgadas e ótimo fim de semana
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- Sela 01
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- Localização: Alentejo Litoral
Trabalhar o cavalo na guia
Bom dia,
Na perspectiva da troca de impressões, eu trabalho os meus cavalos à guia da seguinte forma:
Preparação:
1- Limpeza do cavalo
2 - Coloco uma cabeçada de bridão.
3 - Coloco uma cilha para passar à guia, onde posso colocar as rédeas fixas ou o chambon.
4- Coloco protecções de tendões e boletos.
5 - Coloco a guia a passar por uma argola do bridão, pela nuca e pela outra argola do bridão.
Trabalho na guia - quando faço este trabalho não monto o cavalo:
1 - Aqueço o cavalo 15 minutos a passo sem as rédeas fixas ou o chambom (posso não os usar).
2 - Troto o cavalo 1 a 2 minutos a trote e galope.
3 - Coloco as rédeas fixas ou o chambon, se for o caso.
4 - Na colocação das rédeas fixas, independentemente da altura em que as coloco procuro sempre respeitar o pescoço do cavalo. Quando este as estica para a frente o chanfro fica na vertical e o pescoço não fica partido a meio.
5 - Na colocação do chambom tenho sempre em consideração que a cabeça do cavalo deve ficar sensivelmente ao nível das espáduas (falo de um cavalo habituado a este instrumento).
6 - Trabalho o cavalo 15 minutos para cada mão pedindo transições, passo, trote e galope.
7- Procuro que este esteja equilibrado, com impulsão e se desloque com ritmo.
8 - No trabalho da guia o chicote actua como as nossas pernas e a guia recebe o contacto como as nossas mãos nas rédeas. A mão na guia pode pedir flexões e o chicote pode actuar como as pernas empurrando mais ou menos consoante a necessidade.
Isto não é fácil de fazer e muito menos de escrever, mas é este o trabalho na guia que procuro fazer com os meus cavalos. O trabalho na guia exige tanta concentração como o montado.
Não sei se a Ana se está a referir ao gogue de elástico, mas se for eu não o colocaria entre as pernas do cavalo, mas sim preso de lado às pontas do selim. Assim actua mais ou menos como umas rédeas fixas. Mas atenção, o chanfro do cavalo não deve ficar atrás da vertical. É a minha opinião.
Na perspectiva da troca de impressões, eu trabalho os meus cavalos à guia da seguinte forma:
Preparação:
1- Limpeza do cavalo
2 - Coloco uma cabeçada de bridão.
3 - Coloco uma cilha para passar à guia, onde posso colocar as rédeas fixas ou o chambon.
4- Coloco protecções de tendões e boletos.
5 - Coloco a guia a passar por uma argola do bridão, pela nuca e pela outra argola do bridão.
Trabalho na guia - quando faço este trabalho não monto o cavalo:
1 - Aqueço o cavalo 15 minutos a passo sem as rédeas fixas ou o chambom (posso não os usar).
2 - Troto o cavalo 1 a 2 minutos a trote e galope.
3 - Coloco as rédeas fixas ou o chambon, se for o caso.
4 - Na colocação das rédeas fixas, independentemente da altura em que as coloco procuro sempre respeitar o pescoço do cavalo. Quando este as estica para a frente o chanfro fica na vertical e o pescoço não fica partido a meio.
5 - Na colocação do chambom tenho sempre em consideração que a cabeça do cavalo deve ficar sensivelmente ao nível das espáduas (falo de um cavalo habituado a este instrumento).
6 - Trabalho o cavalo 15 minutos para cada mão pedindo transições, passo, trote e galope.
7- Procuro que este esteja equilibrado, com impulsão e se desloque com ritmo.
8 - No trabalho da guia o chicote actua como as nossas pernas e a guia recebe o contacto como as nossas mãos nas rédeas. A mão na guia pode pedir flexões e o chicote pode actuar como as pernas empurrando mais ou menos consoante a necessidade.
Isto não é fácil de fazer e muito menos de escrever, mas é este o trabalho na guia que procuro fazer com os meus cavalos. O trabalho na guia exige tanta concentração como o montado.
Não sei se a Ana se está a referir ao gogue de elástico, mas se for eu não o colocaria entre as pernas do cavalo, mas sim preso de lado às pontas do selim. Assim actua mais ou menos como umas rédeas fixas. Mas atenção, o chanfro do cavalo não deve ficar atrás da vertical. É a minha opinião.
Antónia Serra
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- Mestre de Equitação
- Mensagens: 2845
- Registado: terça fev 15, 2005 11:49 pm
- Localização: Covilhã./.AÇORES
arilharia
Companheiros
Eu não sou dono,nem Mestre da Escola de Equitação Virtual.
Fui apenas o da idéia,achei piada à incongruencia.
Por isso vou dar lá a minha opinião.
saudações Marialvas
Eu não sou dono,nem Mestre da Escola de Equitação Virtual.
Fui apenas o da idéia,achei piada à incongruencia.
Por isso vou dar lá a minha opinião.
saudações Marialvas
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...
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- Monitor de Equitação
- Mensagens: 441
- Registado: sexta jun 23, 2006 5:28 am
- Localização: Inglaterra
- Contacto:
Ana o que tu chamas gouge não o é, gouge é outro aparelho que se utiliza similar ao chambom, mas em vez de fixar á emboucadura vai de volta á argola. O que tu utilizas chama-se elasticos.
Há muitas maneiras diferentes de passar á guia, como todos eu tenho prferencias, mas nunca podemos esquecer do que o cavalo precisa, só se eu estiver muito preguisosa é que passo á guia sem pôr nada, pois para trabalhar um cavalo á guia convém ter onde se pode encostar ou seja uma rédea, seja ela qual for. No fundo tudo depende do cavalo e o que este necessita de trabalhar para sabermos que aparelho é que vamos utilizar. Mas há uma regra que vai para todos, nunca se aperta de modo que o cavalo é forçado a andar nessa posição, pois assim só criamos resist~encias e uma falsa posição.
Há muitas maneiras diferentes de passar á guia, como todos eu tenho prferencias, mas nunca podemos esquecer do que o cavalo precisa, só se eu estiver muito preguisosa é que passo á guia sem pôr nada, pois para trabalhar um cavalo á guia convém ter onde se pode encostar ou seja uma rédea, seja ela qual for. No fundo tudo depende do cavalo e o que este necessita de trabalhar para sabermos que aparelho é que vamos utilizar. Mas há uma regra que vai para todos, nunca se aperta de modo que o cavalo é forçado a andar nessa posição, pois assim só criamos resist~encias e uma falsa posição.
Nunca desistir, por muito dificil que seja que um dia...havemos de vencer!
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- Mestre de Equitação
- Mensagens: 2845
- Registado: terça fev 15, 2005 11:49 pm
- Localização: Covilhã./.AÇORES
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Tiago
Vejo que chegaste agora ao nosso forum,e que te sintas bem por aqui é o que nós desejamos
Claro que podes por a sela em cima do poldro sem apertar muito a cilha.
Podes tambem passá-lo à guia mas por pouco tempo,(10 minutos) e duas vezes por semana em piso macio.
Podes levantar-lhes as mãos..depois os pés...empurrar-lha a garupa e ele ceder para o lado que empurras,empurrá-lo pelo peito e ele andar para trás,dependurares-te levemente no pescoço...enfim ..uma série de coisas que aumenta a vossa ligação e amizade porque eles gostam que lhes façam coisas destas.
Felicidades e saudações marialvas
Vejo que chegaste agora ao nosso forum,e que te sintas bem por aqui é o que nós desejamos
Claro que podes por a sela em cima do poldro sem apertar muito a cilha.
Podes tambem passá-lo à guia mas por pouco tempo,(10 minutos) e duas vezes por semana em piso macio.
Podes levantar-lhes as mãos..depois os pés...empurrar-lha a garupa e ele ceder para o lado que empurras,empurrá-lo pelo peito e ele andar para trás,dependurares-te levemente no pescoço...enfim ..uma série de coisas que aumenta a vossa ligação e amizade porque eles gostam que lhes façam coisas destas.
Felicidades e saudações marialvas
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...
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- Mestre de Equitação
- Mensagens: 1146
- Registado: domingo mar 19, 2006 7:16 am
Olá Ana,
O Chambon ou o Gögue elásticos são uma "modernice" com efeitos um pouco perversos.
Como saberá o contacto correcto baseia-se na aceitação da "mão" do cavaleiro por parte do cavalo, para que isto aconteça, a mão tem de "aprender" a resistir (quando pede/exige ou simplesmente para se opor) e a ceder (imediatamente que é obtido o efeito desejado), o que acontece com as "martingalas" elásticas é exatamente o contrário, cedem quando o cavalo resiste e manteem-se em tensão quando o cavalo cede.
Luis Pedro
O Chambon ou o Gögue elásticos são uma "modernice" com efeitos um pouco perversos.
Como saberá o contacto correcto baseia-se na aceitação da "mão" do cavaleiro por parte do cavalo, para que isto aconteça, a mão tem de "aprender" a resistir (quando pede/exige ou simplesmente para se opor) e a ceder (imediatamente que é obtido o efeito desejado), o que acontece com as "martingalas" elásticas é exatamente o contrário, cedem quando o cavalo resiste e manteem-se em tensão quando o cavalo cede.
Luis Pedro
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- Mestre de Equitação
- Mensagens: 1146
- Registado: domingo mar 19, 2006 7:16 am
Olá Ana,
Efectivamente quando se trabalha á guia não há mãos, excepto na guia. Mas há rédeas ou qualquer outra coisa que limita ou mantem a atitude do cavalo proxima daquela que julgamos a mais adequada para que a maquina animal funcione com a mecânica mais correcta.
Devido ao que acima referi e ao facto de as rédeas (ou que quer que seja) atuarem na boca do cavalo, a forma como actuam vai condicionar a forma como o cavalo reage e inevitávelmente ira reproduzir-se na mão do cavaleiro quando este o montar.
Os elásticos não permitem definir uma limitação precisa dada a sua natural elasticidade, em especial quando se impulsiona, e por outro lado quando o cavalo resolve deixar de resistir tem de fazer um movimento demasiado longo para sentir a cedencia.
Devido á forma como actuam, é frequente ver-se cavalos a trabalhar á guia, em aparente boa atitude (baixa e estendida) mas em completa falta de impulsão o que, a curto prazo, conduz a um cavalo completamente afundado ("em espáduas").
Luis Pedro
Efectivamente quando se trabalha á guia não há mãos, excepto na guia. Mas há rédeas ou qualquer outra coisa que limita ou mantem a atitude do cavalo proxima daquela que julgamos a mais adequada para que a maquina animal funcione com a mecânica mais correcta.
Devido ao que acima referi e ao facto de as rédeas (ou que quer que seja) atuarem na boca do cavalo, a forma como actuam vai condicionar a forma como o cavalo reage e inevitávelmente ira reproduzir-se na mão do cavaleiro quando este o montar.
Os elásticos não permitem definir uma limitação precisa dada a sua natural elasticidade, em especial quando se impulsiona, e por outro lado quando o cavalo resolve deixar de resistir tem de fazer um movimento demasiado longo para sentir a cedencia.
Devido á forma como actuam, é frequente ver-se cavalos a trabalhar á guia, em aparente boa atitude (baixa e estendida) mas em completa falta de impulsão o que, a curto prazo, conduz a um cavalo completamente afundado ("em espáduas").
Luis Pedro
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- Mestre de Equitação
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- Registado: terça fev 15, 2005 11:49 pm
- Localização: Covilhã./.AÇORES
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Tentando explicar..
O cavalo devido à elasticidade ilimitada do aparelho,não tem "onde se encostar",donde se for usado em conjunto com redea fixa já tem.
Isto se o cavalo precisar de gogue.
O cavalo devido à elasticidade ilimitada do aparelho,não tem "onde se encostar",donde se for usado em conjunto com redea fixa já tem.
Isto se o cavalo precisar de gogue.
Continuo neste Fórum, agora com a intenção de ver se aprendo alguma coisa, mas com o teclado avariado... LOL...
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- Mestre de Equitação
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- Registado: domingo mar 19, 2006 7:16 am